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Revista eletrônica mantida pelos alunos do 3º ano do GEPP - Grêmio Escolar Pequeno Príncipe, estabelecimento de ensino localizado em Lagarto (SE), com o objetivo de informar (e se informar) sobre os assuntos da atualidade.

sábado, 30 de abril de 2011

Tecnologia - Robô-segurança armado é destaque em evento de segurança em SP



Robô-segurança armado é destaque em evento de segurança em SP

Um robô que faz papel de segurança e anda armado é um dos destaques da  6ª Feira Internacional de Segurança (ISC Brasil) e da 5ª Feira Internacional de Segurança Urbana (Intersecurity 2011), eventos simultâneos que acontecem entre esta terça (26) e a quinta-feira (28) no Expo Center Norte, em São Paulo.

Além do robô, os eventos apresentam diversas soluções de câmeras inteligentes para melhorar a segurança de prédios, empresas e das pessoas.

O robô, na verdade, é uma câmera que pode ter uma arma acoplada. Chamado de SGR-1, destina-se aos casos de invasões imprevistas que requerem ação imediata, podendo ser usada na segurança de presídios, quartéis e até na segurança de fronteiras.

Segundo a fabricante, ela não tem pontos cegos e conta com tecnologia de processamento de imagem que facilita o monitoramento de pessoas e veículos. O equipamento também possui uma base para arma que permite a instalação de armas de diversos calibres. Uma pistola, por exemplo, pode ser acionada remotamente por uma pessoa que estiver monitorando as imagens.

Há ainda a possibilidade de se instalar sistemas não letais com dispositivos acústicos e refletores. O primeiro cria um som que atordoa o invasor; o outro lança uma luz muito forte que ofusca a visão.

A câmera acoplada ao carro permite monitorar remotamente por meio da internet o que acontece dentro do veículo e ainda pode arquivar todas as imagens.

Há câmeras que registram os objetos que estão no ambiente. Se alguma coisa for tirada do lugar, ela manda um recado para a central de segurança. Algumas vão atrás de cada movimento e outras funcionam como catraca, registrando todos que passam por um determinado local.

A rotina de um condomínio também pode ser totalmente controlada: quem entra é automaticamente registrado. Serve até para monitorar filhos adolescentes.

Há também um equipamento que capta sons emitidos em áreas predeterminadas e gera alarmes que podem ser enviados na hora para um celular ou para um operador.

Sozinhos, nem todos esses "olhos eletrônicos" são suficientes para garantir a segurança. "Um equipamento isoladamente, ele não faz a solução de um sistema. Por mais que os sistemas possam ficar inteligentes, a gente sempre depende de um profissional treinado para ter uma reação no momento do alerta", comenta José Danghesi, diretor da Feira.

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