Robô-segurança armado é destaque em evento de segurança em SP
Um robô que faz papel de segurança e anda armado é um dos destaques da 6ª Feira Internacional de Segurança (ISC Brasil) e da 5ª Feira Internacional de Segurança Urbana (Intersecurity 2011), eventos simultâneos que acontecem entre esta terça (26) e a quinta-feira (28) no Expo Center Norte, em São Paulo.
Além do robô, os eventos apresentam diversas soluções de câmeras inteligentes para melhorar a segurança de prédios, empresas e das pessoas.
O robô, na verdade, é uma câmera que pode ter uma arma acoplada. Chamado de SGR-1, destina-se aos casos de invasões imprevistas que requerem ação imediata, podendo ser usada na segurança de presídios, quartéis e até na segurança de fronteiras.
Segundo a fabricante, ela não tem pontos cegos e conta com tecnologia de processamento de imagem que facilita o monitoramento de pessoas e veículos. O equipamento também possui uma base para arma que permite a instalação de armas de diversos calibres. Uma pistola, por exemplo, pode ser acionada remotamente por uma pessoa que estiver monitorando as imagens.
Há ainda a possibilidade de se instalar sistemas não letais com dispositivos acústicos e refletores. O primeiro cria um som que atordoa o invasor; o outro lança uma luz muito forte que ofusca a visão.
A câmera acoplada ao carro permite monitorar remotamente por meio da internet o que acontece dentro do veículo e ainda pode arquivar todas as imagens.
Há câmeras que registram os objetos que estão no ambiente. Se alguma coisa for tirada do lugar, ela manda um recado para a central de segurança. Algumas vão atrás de cada movimento e outras funcionam como catraca, registrando todos que passam por um determinado local.
Há câmeras que registram os objetos que estão no ambiente. Se alguma coisa for tirada do lugar, ela manda um recado para a central de segurança. Algumas vão atrás de cada movimento e outras funcionam como catraca, registrando todos que passam por um determinado local.
A rotina de um condomínio também pode ser totalmente controlada: quem entra é automaticamente registrado. Serve até para monitorar filhos adolescentes.
Há também um equipamento que capta sons emitidos em áreas predeterminadas e gera alarmes que podem ser enviados na hora para um celular ou para um operador.
Sozinhos, nem todos esses "olhos eletrônicos" são suficientes para garantir a segurança. "Um equipamento isoladamente, ele não faz a solução de um sistema. Por mais que os sistemas possam ficar inteligentes, a gente sempre depende de um profissional treinado para ter uma reação no momento do alerta", comenta José Danghesi, diretor da Feira.




