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Revista eletrônica mantida pelos alunos do 3º ano do GEPP - Grêmio Escolar Pequeno Príncipe, estabelecimento de ensino localizado em Lagarto (SE), com o objetivo de informar (e se informar) sobre os assuntos da atualidade.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Tecnologia - Cientistas dos EUA querem usar lasers para limpar o lixo espacial

Cientistas dos EUA querem usar lasers para limpar o lixo espacial

Laser de baixa potência seria usado para desacelerar objetos para que eles reentrem na atmosfera de forma segura

No fim do ano passado, os russos divulgaram um plano para resolver o problema do lixo espacial, cada vez mais crescente e preocupante –. Agora, em um déjà-vu que nos lembra os tempos da corrida espacial, é a vez dos EUA anunciarem sua solução. Diferentemente dos russos que confiariam em uma espécie de cápsula limpadora que seria enviada para o espaço exterior, os americanos preferem brincar de tiro ao alvo, usando o bom e velho laser.


James Mason, cientista da NASA, apresentou uma ideia que pode ser um pouco mais barata do que os US$ 2 bi necessários para colocar o plano dos russos em prática. A ideia é disparar lasers contra os objetos para que eles reduzam sua velocidade a ponto de reentrar na atmosfera, caindo em um lugar seguro.

Isso não é necessariamente uma novidade. A Força Aérea dos EUA já haviam cogitado a solução mas ela não foi adiante pelo temor de que um laser potente o suficiente para abater um objeto no espaço poderia ser mal visto por outras nações.


Mas Mason e sua equipe afirmam que é possível usar um sistema de baixa potência para fazer o trabalho. Segundo o estudo um laser de 5KW seria suficiente, contanto que ele fosse disparado por uma hora por ou duas durante alguns dias.


O custo da operação, segundo o estudo, ficaria na casa de US$ 1 mi.


O problema com o lixo espacial começa quando o número de satélites – operantes e inoperantes – supera o número de objetos que caem na atmosfera. A superpopulação de objetos orbitando o planeta pode causar colisões, reduzindo os objetos a pedaços menores e criando um efeito cascata que poderia causar muito estrago na Terra.


Até janeiro de 2009 isso era apenas uma teoria catastrofista. Naquele ano, os satélites Cosmos 2251 e o Iridium 33 se chocaram e cientistas passaram a tratar a ameaça como algo mais urgente.

Fonte: http://tecnologia.br.msn.com/noticias/artigo.aspx?cp-documentid=28010007

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